LETREIRO DE RECADOS

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terça-feira, 3 de julho de 2012

Tradições da Festa Junina


Tradições 

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

Principais tradições da Festa Junina

Fogueiras de São João - De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.
A luz proporcionada pela fogueira simboliza a proteção. É um dos principais símbolos da Festa Junina, pois os eventos ocorrem ao redor dela. A fogueira também proporciona calor, de grande importância no mês de junho em função das baixas temperaturas.

 

Balões - Tradição trazida pelos portugueses e está relacionada ao uso das fogueiras nas festas juninas. Em Portugal, soltavam 5 balões para anunciar o início da festa de São João. Embora ainda sejam considerados símbolos das festas juninas, os balões estão proibidos por lei no Brasil em função do risco de incêndio que oferecem.  Em muitas festas juninas são usados apenas como elementos decorativos.

 

Bandeirinhas - Toda festa junina tem que ter as famosas e tradicionais bandeirinhas coloridas. Enfileiradas e amarradas em barbantes, são espalhadas pela área (partes altas) onde ocorre a festa. Deixam a festa colorida e animada.

 Quadrilha - Tem origem numa dança popular realizada por camponeses europeus durante a Idade Média. Foi trazida para o Brasil no século XIX, onde se fundiu com danças e tradições culturais brasileiras. A dança de quadrilha é um dos momentos mais importantes das Festas Juninas. Representam de forma animada, os principais aspectos da vida no meio rural. Os personagens simbolizam algumas das principais figuras da sociedade rural. São eles: padre, noivo, noiva, pais do noivo, pais da noiva, madrinhas, padrinhos, delegado, sacristão, entre outros.

 

Informações retiradas dos sites abaixo:


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Origem da Festa Junina



 

Existem duas explicações para o termo: Festa Junina.

1.     A primeira explicação é que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho Os primeiros registros das festas juninas datam do século XII em uma região da França, onde era celebrado o mais longo dia do ano, que acontece dia 22 ou dia 23 de junho, e que era chamado de solstícios de verão, que coincidiam com o início das colheitas. Era uma festa pagã.

2.    Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

No Brasil, recebeu o nome de junina porque acontece no mês de junho. As festas juninas chegaram ao Brasil através dos portugueses, mescladas aos costumes franceses que se incorporaram na Europa, e aqui em nossa terra ela sofreu o processo de aculturamento, tornando-se a alegre festa tão conhecida de todos os brasileiros de norte a sul do país.
 
Elas são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente.
A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes portugueses. As roupas 'caipiras' são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir 'caipira' tanto no Brasil como em Portugal.
Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo.
 “... Ninguém matava ninguém morria / Nas trincheiras da alegria / O que explodia era o amor." A festa junina é assim mesmo como Moraes Moreira a descreve. Tudo acaba bem. Mas para quem resolve brincar com fogo nem sempre o final é feliz. Saltar fogueiras, driblar busca-pés e soltar balões já estragou a folia de muita gente. A destruição pode ser maior se o balão atingir a mata e provocar incêndios, especialmente em anos de prolongada estiagem como este.
Quando Isabel acendeu a fogueira e hasteou uma bandeirinha para anunciar o nascimento de seu filho, São João, a fogueira era sinal de bom presságio. Hoje, os guardas florestais se inquietam: onde há fogueira, há balões. Por isso, desde 1965, soltar balões é crime previsto pelo Código Florestal. Quem trocar os balões por inofensivas bombinhas e traques merece aquela prenda que está lá no alto do pau-de-sebo.
 
As festas juninas são também um retrato das contribuições culturais de cada povo à cultura brasileira. Para fazer uma festa junina, deve-se cumprir à risca a seguinte receita:
*       Comemore as festas juninas conforme os moldes portugueses, isto é, celebre-as em três devotas prestações: 13 de junho, Santo Antônio; 29 de junho, São Pedro, primeiro papa - a "pedra" em que se fundou a Igreja Católica; e, por fim, 24 de junho, São João Batista, primo de Jesus responsável por seu batismo. Desde o século XIII, a festa de São João portuguesa, chamada "joanina", incluiu os dois outros santos.
*       Adicione uma colher de chá de tradição francesa. As quadrilhas são inspiradas em bailes rurais da França do século XVIII, em cujas coreografias os casais se cumprimentavam e trocavam de pares. Essas danças desembarcaram com a família real portuguesa em 1808. Até hoje, em alguns lugares, as evoluções são orientadas por palavras francesas aportuguesadas: promenade (passeio), changê (trocar), anavam (em frente), anarriê (para trás).
*       Para dar sabor, o toque final: culinária tipicamente indígena, com comidas feitas à base de milho - espigas cozidas, pamonha, canjica e bolo de fubá -, mandioca e coco. 


 Informações retiradas dos sites abaixo:


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Troféu Rioeduca


Nosso blog foi um dos escolhidos para participar do Troféu Rioeduca na categoria aluno.  Agradecemos a todos pelo incentivo e colaboração.
Além do nosso, também temos o blog da escola, concorrendo na categoria escola e o blog da Tia Cris, concorrendo na categoria professor.
Continuem acompanhando o nosso trabalho e o da escola acessando os três blogs, deixando seus comentários e sugestões.
Muito Obrigado!
Grêmio Estudantil IV Centenário

 

Acesse também os blogs da escola:

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Lixo no lixo


A turma 1.402 e o Grêmio Estudantil dão uma aula sobre RECICLAGEM.

LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA, SERÁ?

Na verdade, nem tudo que produzimos é lixo realmente, aliás quase tudo que utilizamos e depois jogamos fora pode ser reciclado ou reutilizado. Leia as dicas dos alunos da turma 1402 e do Grêmio:

Para evitar que o lixo acumule devemos separar o lixo orgânico que são os restos de comida, do lixo não orgânico que são os objetos feitos de plástico, papel, vidro, etc.
O lixo não orgânico pode ser reutilizado ou reciclado.
Jogue o lixo em seu lugar e colabore com o meio ambiente separando-o corretamente.
Paulo Victor Lemos Melo - 10 anos

Vamos reciclar, separando o lixo úmido do lixo seco. Também reaproveitando lixos como: garrafa pet, caixa de leite, caixa de suco e até a casca de frutas e outras coisas. A casca da cenoura serve como adubo para as minhocas e algumas cascas servem para as plantas.
Temos que separar os tipos de lixo colocando plástico separado do metal, metal separado do papel, papel separado do lixo orgânico e assim vai surgindo um mundo cada vez melhor.
Letícia Cristina José de Brito - 9 anos


    
As pessoas jogam lixo na rua porque não tem educação. Devemos ser educados reciclando o lixo e conservando as ruas limpas.
Thais Gomes da Conceição – 10 anos

Não podemos jogar o lixo na rua porque quando estiver chovendo os bueiros ficarão entupidos, o que pode causar enchentes.
Vamos reciclar papéis, garrafas, papelão e outras coisas?
Se nós reutilizarmos os papéis, papelão e garrafas pet o nosso planeta ficará muito feliz.
Juliana Henrique Ferreira – 9 anos

A nossa rua ficará suja e pode tampar os bueiros se jogarmos o lixo no chão.
Podemos e devemos separar o lixo para reciclar, assim preservarmos o meio ambiente e evitamos pegar infecções ou doenças.
É nosso direito vivermos em um lugar limpo.
Kadosh Osborn de Carvalho Oliveira – 10 anos
Èmerson Laurentino Ferreira – 9 anos




Não jogue lixo nas ruas porque aparecem ratos e baratas, que são insetos nocivos e provocam doenças muito graves como a leptospirose provocada pelo xixi do rato.
Lugar de lixo é no lixo, não no chão.  O lixo não orgânico pode ser reciclado. Ajude o meio ambiente! Recicle!
Isabella Silva Alves – 10 anos

Não podemos jogar lixo nas ruas porque aparecem muitos ratos e baratas que causam doenças. Além disso o lixo que é jogado na rua fica acumulado, entope os bueiros e alaga as ruas, entrando água suja na casa das pessoas.
Facilite a vida dos catadores não jogue lixo no chão, separe-o. Reciclando e reutilizando ajudamos o planeta.
Kissila Silva e Silva – 11 anos
     Danyella Karolina Areias da Hora – 9 anos

O lixo não pode ser jogado no chão, na água do rio e na areia, porque acumula micróbios que causam doenças. Não queremos micróbios na nossa barriga, queremos?
Vamos ajudar o nosso Brasil pondo o lixo na lixeira e reciclando o lixo não orgânico.
Ricquelm Ribeiro do Nascimento – 10 anos



Por favor, meninos e meninas, vamos ajudar o nosso planeta, recicle!
Para reciclar o lixo tem que separá-lo.
Viviane Lopes Sales – 9 anos
Jorge da Silva de Souza – 11 anos

terça-feira, 19 de junho de 2012

Água Potável 2



Água Potável

Leia os dados abaixo, e reflita o quanto a água pode fazer falta no dia-a-dia de um ser humano. Pensem se vale à pena desperdiçar tanto na nossa casa enquanto outros estão morrendo pela falta desse líquido tão essencial nas nossas vidas.

Alguns dados sobre o problema da escassez de água potável no Brasil e no mundo:

  • São Paulo a maior cidade do país, está perto do limite. O volume de água de rios e represas disponível hoje é praticamente igual à demanda da população. A metrópole, de certa forma, já importa água. As represas da região metropolitana, abastecidas por nascentes, só dão conta de metade do consumo da cidade. O resto é bombeado da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, cujas águas naturalmente correriam pelo interior do Estado.
 
 
 
 
  • As mulheres africanas andam mais de 40 bilhões de horas por ano carregando cisternas que pesam até 18 kg para coletar água, que normalmente não é segura para beber.
  • Toda semana, cerca de 38.000 crianças menores de 5 anos de idade morrem por beber água imprópria para consumo e por condições de vida sem higiene.
 
 
 
  • O mundo está descobrindo que a escassez de água não é uma questão exclusiva de quem mora em regiões desérticas. Neste século, a água está se tornando a questão central por trás dos grandes conflitos no planeta. Um relatório encomendado pela ONU constatou que no século 21, a escassez de água se tornará uma das principais causas de conflitos na África.
  • No Brasil, o conflito já começou. A disputa pela água no Brasil já deixou o Agreste nordestino, chegando ao Sul e Sudeste. Estudo da ONU menciona conflitos pelo uso da água dos rios Paraíba do Sul, Piracicaba, Capivari - na Região Sudeste.
  • Na região metropolitana de Porto Alegre, cidades como Santo Antônio da Patrulha, Gravataí, Alvorada e Cachoeirinha, uma área, que reúne 650 mil habitantes, no verão, a estiagem faz a vazão do rio Jacuí, cair 40%. Nos anos mais críticos, o Ministério Público precisa intervir para garantir a prioridade da população e não para a atividade agrícola.
 

·        Água e meio ambiente:
O descaso com os recursos hídricos nos países industrializados causa mais impacto que os seres humanos – isso provoca devastação ambiental.

  • Excesso de Resíduos: Todos os dias, 2 milhões de toneladas de dejetos humanos são eliminados nas fontes de água. Isto não só afeta negativamente o ambiente, mas também prejudica a saúde das comunidades vizinhas. Uma estratégia para evitar uma futura escassez de água é algo que parece evidente: parar de matar as nascentes. 
  • O desmatamento e a pavimentação do solo, para construir casas e estradas, estão secando os mananciais de água pura que alimentam rios e lagos. Esse é o drama de São Paulo, uma cidade cuja periferia cresce com favelas que ocupam irregularmente o último cinturão verde. 
  •  Oceanos Poluídos: Mortes e doenças causadas pela contaminação das águas costeiras custam à economia global 12,8 bilhões dólares por ano.
  • Rios Inabitáveis: Hoje, 40% dos rios do América e 46% dos lagos da América estão poluídos demais para pescar, nadar, ou possuir vida aquática.
 

Soluções para água:
Precisamos começar a agir agora para não termos problemas no futuro. A boa notícia é que existem grandes organizações trabalhando em soluções e novas ferramentas que permitem que as pessoas façam a sua parte para resolver a crise da água.

  • As Nações Unidas declararam o acesso à água potável e saneamento mais um direito humano. Mas estamos longe de programar soluções para garantir o acesso básico à água potável.
  • A Conservação Começa em Casa. Uma pessoa usa em média 465 litros de água por dia. A primeira ação é usar a água de forma eficiente e adotar tecnologias mais eficazes. Hoje algumas empresas constroem condomínios residenciais com cuidados extras no uso da água. Como por exemplo:
Ø  A água do chuveiro e da pia dos banheiros é tratada e reutilizada nos vasos;
Ø  A água coletada da chuva é usada para irrigar os jardins;
Ø  Os chuveiros também têm redutores de vazão;
Ø  As torneiras só liberam água quando você aperta um botão;
Ø  O sistema, chamado temporizador, é cada vez mais comum em sanitários públicos, mas não nas casas.

  • Todos nós podemos dar pequenos passos para ajudar a manter a poluição longe de nossos rios e córregos, eliminando corretamente os resíduos domésticos.
  • Comunidades em todo o mundo estão tomando medidas para reduzir o desperdício de garrafas de água, eliminando a água engarrafada.
  • Organizações como Water.org e charity: water estão se empenhando para levar água potável para as comunidades no mundo em desenvolvimento.
 Mais informações: